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A pesquisa projeta que, ao longo de todo o ano, serão comercializados 361,6 milhões de computadores, sendo que os equipamentos móveis representarão 214,6 milhões de unidades, contra 147 milhões de desktops.
A redução nas perspectivas das vendas de computadores em geral deve-se a uma combinação de fatores: uma retração nas vendas do primeiro trimestre, um cenário econômico mais conservador, uma relativa saturação da demanda nos países desenvolvidos e a competição de outros produtos.
No primeiro trimestre de 2011, as vendas de PCs tiveram uma queda de 1,1% em relação ao ano anterior, principalmente, graças a uma redução de 4,4% na demanda por parte dos usuários finais. Em contrapartida, as vendas de computadores para empresas cresceram 3% no período.
A IDC prevê que exista uma recuperação no volume de unidades de computadores vendidos nos próximos meses de 2011. Novos equipamentos, chips, sistemas operacionais, funcionalidades e serviços – somados a uma queda no preço dos produtos – deverão contribuir com esse aumento dos números do setor.
“O mercado de PCs tem, definitivamente, crescido em ritmo lento”, pontua o vice-presidente da divisão mundial de equipamentos de consumo da IDC, Loren Loverde. “Apesar disso, os direcionadores de crescimento em longo prazo – a demanda em mercados emergentes, a queda de preços e o aumento das funcionalidades – continuam intactos, e os produtos e as inovações de design que estão em curso manterão o incremento das vendas de PCs em um patamar saudável”, acrescenta.

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