Pesquisadores daUniversidade de Tecnologia da Califórnia desenvolveram a rede mais rápida do mundo, que atinge velocidades de transferência de 186 Gbps (gigabits por segundo).
Essa velocidade pode ser traduzida em 2.000.000 GBs por dia, o equivalente à transferência de 100 mil discos blu-ray por dia - incluindo os extras.
De acordo com os pesquisadores, a rede vai ajudar a desenvolver novos meios de transportar a crescente quantidade de dados que atravessam continentes e oceanos via redes globais de fibra óptica.
Esses novos métodos são necessários para a próxima geração de redes, que deve permitir velocidades de transferência de 40 a 100 Gbps nos próximos anos.
Essa rede ainda deve demorar para ser disponibilizada comercialmente. Atualmente, a velocidade só pode ser atingida em redes privadas, e não em públicas, como a internet.
Muita gente com certeza deve achar a internet uma espada de dois gumes: por um lado, propicia a diversão, busca por informações, vídeos, entretenimento, notícias e muito mais. Por outro, acreditam que o consumo excessivo desses recursos pode acarretar em vícios e dependência tecnológica.
No entanto, uma nova pesquisa, conduzida por acadêmicos do projeto "Inter-Life", fundado pelo Conselho de Pesquisa Social e Econômica (ESRC, na sigla em inglês), afirma que os mundos virtuais podem ajudar as pessoas a desenvolver habilidades específicas na vida real. Essa seria uma oportunidade de acessar o impacto emocional e social desses universos online na vida do ser humano.
O "Inter-File" é parte de um programa que visa estudar o espaço entre a aprendizagem dos jovens e o domínio das tecnologias no cotidiano. Segundo o site Science Daily, os pesquisadores desenvolveram mundos 3D, que funcionam como comunidades informais, permitindo que jovens interajam e dividam atividades usando avatares. Dessa forma, os universos online colocam ambientes únicos à disposição dos usuários e que podem ajudar tanto no aprendizado quanto na absorção de novas situações.
Os avatares são personagens tridimensionais, controlados pelos participantes do projeto. Os mundos virtuais oferecem a possibilidade de ambientações interativas e realísticas, que podem ir além da normalidade. Assim, as pessoas conseguem transportar algumas capacidades usadas no mundo real, como o lado cognitivo e organizacional.
Os testes envolveram jovens em atividades criativas, como gravações de filmes e fotografia, por exemplo. Os estudantes deveriam aprender a lidar com diferentes cenários do mundo, cada um composto de ilhas privadas, além de participar de uma comunidade online por vários meses. Ao longo dos dias, os usuários foram encorajados a enfrentar novas formas de comunicação - incluindo as que foram usadas no universo virtual.
"Demonstramos que você pode planejar atividades com crianças e fazer com que elas trabalhem com envolvimento, energia e comprometimento em mundos 3D, por um período de tempo significativo", explica Victor Laily, líder do projeto. Segundo o pesquisador, esse recurso se mostra bastante atraente pelo grande impacto educacional.
"Esses mundos 3D parecem tornar os métodos de aprendizagem em uma forma mais poderosa do que outras ferramentas sociais disponíveis na internet. Quando configurados, os espaços virtuais podem oferecer locais seguros para experimentar novas oportunidades, que antes eram impossíveis 15 anos atrás."
Laily acredita que as aplicações dessas funções são inúmeras. Com elas, é possível criar múltiplas simulações ou localizações de campo, usando a tecnologia 3D para "teletransportar" os participantes a experimentos e atividades. Os estudantes podem dividir o conhecimento através de gravações, gráficos e outros recursos para julgar atitudes e opiniões. Além disso, a tecnologia poderia ser usada para projetar entrevistas, ambientes de treinamento e contextos de mercado.
"Hasta la vista, baby". Você com certeza já ouviu essa frase, eternizada por Arnold Schwarzenegger na série de filmes "O Exterminador do Futuro". O robô-android interpretado pelo ex-governador da Califórnia se tornou muito popular nas décadas de 80 e 90, sendo muito imitado em eventos de games e cosplays.
Algo característico no aspecto físico da máquina era sua lataria espelhada e seus famosos olhos vermelhos, que mais pareciam um radar. Com eles, era possível rastrear alvos, identificar ambientes e projetar diversas informações.
Mas já pensou se isso existisse na vida real? Ao que parece, pesquisadores da Universidade de Washington (Estados Unidos), encontraram uma maneira de tornar essa ferramenta realidade.
Assim como os ciborgues de "O Exterminador", os cientistas criaram lentes de contato que, através de um sistema conectado a uma antena, permitem a transmissão de textos e imagens sem a necessidade de telas ou periféricos. Se o usuário quiser assistir a um jogo de futebol ou ler um livro, por exemplo, basta que a pessoa olhe pelas lentes, que todo o conteúdo será projetado bem diante de seus olhos.
O produto é feito de um substrato de polímero, um minúsculo conector ligado diretamente à antena transmissora de dados, diodo emissor de luz (LED), e um circuito integrado que permite conexão wireless.
Até o momento, a tecnologia só pode transmitir um pixel, e ainda não foi testada em humanos. Mas é uma boa iniciativa, levando em consideração os investimentos voltados para a área visual dos seres humanos.
Uma ideia bem diferente está dando o que falar nas redes sociais. Um projeto, chamado de "Nake It", quer bancar ensaios de nudez de mulheres anônimas em um esquema de crowdfunding. Para quem não conhece, essa modalidade de negócio é uma espécie de vaquinha digital coletiva em que as pessoas interessadas ajudam a realizar ideias pagando uma quantia de dinheiro em troca de alguma regalia.
Nesse caso específico, poderia funcionar da seguinte forma: você coloca o projeto de um ensaio sensual com a sua vizinha em um site de crowdfunding e quem quiser vê-la pelada também, investe na ideia para que a gostosona do pedaço tire a roupa. Em troca, os investidores ganhariam o direito de participar das fotos ou, quem sabe, até sair em uma das imagens ao lado da modelo anônima.
Aqui no Brasil, diversos movimentos digitais de multidões de pessoas já deram certo. Um dos melhores exemplos de como a união em busca de um único objetivo dá certo é o projeto "Queremos", que trouxe para o país, em 2010, músicos como Miike Snow, LCD SoundSystem, Mayer Hawthorne e Belle & Sebastian.
O grupo levantou os custos de produção do show e dividiu o valor por algumas unidades de ingressos necessários para tornar a ideia viável. Esses interessados em ver a banda, então, pagaram um valor pelo "ingresso" com a ajuda do PayPal e, com o valor mínimo necessário assegurado para trazer o artista para o país, o evento era confirmado. Aqueles que compraram o ingresso com antecedência e ajudaram o evento a se concretizar, tinham direito de receber de volta um valor proporcional à venda de todos os outros ingressos regulares. Em alguns shows, quem investiu na ideia acabou ganhando o ingresso de graça.
O grupo criador do "Nake It" ainda não escolheu qual site de crowdfunding vai usar e nem a data de início do projeto. Mas, parece que a novidade deve ser lançada em breve. Dito isso, fica a pergunta: qual é o seu preço? por quantos reais você tiraria a sua roupa? Para ter ideia do valor, assista ao vídeo abaixo. E, para saber mais sobre o crowdfunding, clique aqui.
Um novo programa lançado pelo Facebook na última terça-feira (13/12) vai tornar mais fácil a maneira de uma pessoa se expressar a respeito de tendências suicidas. O sistema, que tem base em um aplicativo baixado diretamente na rede social, permite que usuários se conectem instantaneamente com um conselheiro de crises, através de chat no site.
O serviço de aconselhamentos visa melhorar a segurança da rede social, que hoje possui mais de 800 milhões de membros. No início do ano, o site anunciou mudanças devido ao forte conteúdo ofensivo e grande quantidade de perfis falsos na rede.
De acordo com o site Time, o programa, intitulado "Lifeline", permite que amigos alertem o Facebook quando outros usuários expressarem pensamentos suicidas. Caso o contato poste algum comentário suspeito, por exemplo, os internautas poderão denunciá-lo para a rede social, através de um link localizado ao lado da caixa de comentários.
Feito isso, o autor do post "suicida" receberá um e-mail do Facebook, direcionando-o para um número de telefone ou link, no qual poderá iniciar uma conversa confidencial.
Para Gred Wolens, gerente de políticas públicas do Facebook, "um dos objetivos é conseguir que a pessoa em perigo tenha ajuda o mais rápido possível, além de fazer com que as pessoas saibam o que está acontecendo com seus amigos e incentivá-los a obter ajuda". Vale lembrar que o site não vasculha os perfis à procura de expressões suicidas.
Para especialistas, o novo serviço será um passo fundamental na hora de ajudar alguém que precisa. Atualmente, o Lifeline responde a dezenas de pessoas no Facebook, todos os dias. Os conselheiros estarão disponíveis 24 horas por dia via chat. Ainda não se sabe se brasileiros serão atendidos pelo projeto.
"A ciência mostra reduções de pensamentos suicidas nas pessoas quando há uma rápida intervenção. Ouvimos muita gente dizer que gostaria de falar com alguém, mas não deseja ligar ou testar outros métodos. Por outro lado, as mensagens instantâneas dos chats podem ser perfeitas para isso", afirma Lidia Bernik, diretora de projetos do Lifeline.
Estatísticas apontam que cerca de 100 americanos cometem suicídio todos os dias, totalizando mais de 36 mil ao ano. No Brasil, segundo dados do Mapa da Violência 2011 (divulgado em fevereiro deste ano), os suicídios cresceram 17% na década de 1998-2008, tanto para a população total quanto para a jovem, com idade entre 15 e 24 anos. Por ano, 4,9 pessoas a cada 100 mil morrem por suicídio no país.
Você que tem Facebook, Twitter e outras redes sociais, o que faria se os acessasse algum dia e descobrisse que sua conta foi deletada? Bom, a filha de um engenheiro do Texas (Estados Unidos) mostrou sua reação diante dessa situação: a jovem, que tem 13 anos de idade, teria caído em lágrimas após ver seu perfil ser banido do Google +.
Segundo o Mashable, Rich Warren divulgou um post em sua conta do Plus, no qual afirma que o perfil de sua filha na rede foi deletado porque, de acordo com a política da empresa, a adolescente é muito jovem para estar inscrita no site de relacionamentos.
Warren criou um perfil para sua filha com o objetivo de mantê-la em contato com os avós e amigos. A jovem, chamada Haruko, também já havia iniciado uma conta no Blogger como parte de um projeto escolar. Agora que não é mais um membro dos serviços do Google, a adolescente afirma ter perdido todos os trabalhos produzidos e postados no site, como também informações de contatos de amigos distantes.
De acordo com os Termos de Serviço do Google, não é possível usar as ferramentas disponibilizadas pela empresa caso o usuário não tenha idade legal para assinar um contrato de vínculo com a companhia.
Nos Estados Unidos, o Google deve respeitar as cláusulas impostas pela Children's Online Privacy Protection Act (COPPA), uma instituição voltada para os direitos das crianças. Assim, os menores de 13 anos devem apresentar uma autorização dos pais ou responsáveis antes de fornecer dados pessoais na internet. No caso do Google, nenhum dado de permissão é coletado para liberar o acesso a seus serviços, e outras empresas americanas também seguem esse caminho.
Para Rich Warren, existem outras maneiras de lidar com a não-exclusão da conta de sua filha de 13 anos, que afirma ter chorado bastante ao ver seu perfil ser fechado sem aviso prévio. O pai disse que "um pedido de desculpas seria de bom tom, já que o Google não está fazendo nada para resolver o problema".
Questionado sobre o assunto, um porta-voz da empresa disse: "Solicitamos há anos as datas de nascimento de nossos usuários. De acordo com nossas políticas, o Google não permite que internautas de 13 anos tenham cadastro em nossos serviços, a menos que estejam usando o Google Apps para dispositivos de Educação, através de suas respectivas escolas. Contudo, não é tão simples dizer a um pai, mesmo com o consentimento dele, de que existem consequências envolvendo a privacidade de seus dados. Sabemos que essas informações são importantes para as pessoas, e queremos encontrar as soluções certas. Além disso, estamos trabalhando na elaboração de definições de segurança, feitas especialmente para os adolescentes".
Com essa decisão, uma discussão importante é levantada sobre como algumas pessoas são jovens demais para usar a internet, cada vez mais presente numa era dominada pela tecnologia digital. E você, o que acha? Opine em nossos comentários.
Situação comum: um internauta abre seu cliente de torrent favorito e encontra suas discografias favoritas. O legado da banda que ele mais ama, de graça, a apenas um ou dois cliques de distância. É, a pirataria, no Brasil e no mundo, tornou-se um lugar comum - uma ação tão cotidiana quanto ir trabalhar ou sair aos finais de semana.
Dentre os usuários que fazem isso, há quem defenda que as formas usadas pelas gravadoras para colocar seus artistas nas prateleiras não funciona mais. Um argumento muito comum é que muitos CDs simplesmente não valem o preço cobrado - um claro demérito à qualidade de um produto, já que os CDs em si já tornaram mídia favorecida pela tributação há tempos.
Entre os artistas já presentes na loja nacional está Roberto Carlos, além de grandes nomes da MPB como Chico Buarque e Caetano Veloso. O problema, por enquanto, é a forma de pagamento: a loja aceita apenas cartão de crédito internacional e os preços são em dólar - a partir de US$ 0,99. Além das canções avulsas, a loja também vende discos completos - eles custam a partir de US$ 9,99.
A pergunta que fica para você, leitor, é a seguinte: com a atual hegemonia da pirataria fonográfica no Brasil, você abandonaria o que já é "de graça" para pagar pelo mesmo produto, ainda que dentro de um preço módico que, em outras áreas, não paga nem mesmo a passagem do transporte público? Ou seria a expansão da iTunes Store brasileira uma movimentação tardia da Apple, que somente agora, quase dez anos depois do nascimento do iTunes, vira seus olhos em nossa direção?
Usuários do Android podem, no futuro, ganhar uma alternativa ao Siri. Isso porque o Google finalizou a aquisição da companhia Clever Sense, desenvolvedora do aplicativo Alfred, que funciona como um assistente pessoal - mais ou menos como o Siri no iPhone 4S, de acordo com oMashable.
O Alfred, assim como o Siri, procura na internet por sugestões de restaurantes, por exemplo, e ainda aprende as preferências e gostos do usuário para dar uma resposta mais próxima do que ele costuma fazer. Porém, o aplicativo não tem um dos principais recursos do concorrente da Apple: o comando por voz.
Com a ajuda do Google, a Clever Sense pode muito bem desenvolver uma tecnologia mais parecida com o Siri para, no futuro, o Alfred funcionar exatamente como o assistente pessoal do iPhone 4S.
O Alfred, inicialmente, foi desenvolvido para iPhone e pode ser encontrado naApp Store. Ele pode ser baixado gratuitamente para o dispositvo da Apple - e pode ser uma alternativa ao Siri para aqueles que não têm o iPhone 4S. Ele também está no Android Market para quem quiser testar no dispositivo com Android.
No Android Market já é possível encontrar um clone do Siri - o Cluzee. Porém, o aplicativo não caiu no gosto dos usuários e possui uma avaliação média de 2,2/5.
Usuários insatisfeitos do Android, a Microsoft quer vocês. Um evangelista da empresa, chamado Ben Rudolph, está oferecendo dispositivos com Windows Phone gratuitamente para consumidores dos aparelhos com a plataforma do Google que foram vítimas de malwares e querem abandonar o sistema.
Em uma campanha feita no Twitter com a hashtag "#Droidrage", ele está oferecendo um Windows Phone para as "cinco melhores histórias de sofrimento com malwares no Android".
A Microsoft confirmou a veracidade da promoção em sua própria conta de Twitter oficial. Entre alguns dos casos que ele já recebeu estão "Baixei um aplicativo 'Angry Birds' na Android Market. Abri ele... BOOM! O telefone travou. Era um aplicativo falso", "Meu telefone da Samsung inteiro é um malware", entre outras.
É claro que, pelo histórico da Microsoft de não conseguir controlar falhas em seus produtos, alguns usuários estão contra-atacando a empresa. "Eu realmente odeio a liberdade e flexibilidade que meu telefone com Android me dá", "Por que alguém ia querer uma tela azul da morte em um telefone? Sem telefone da Microsoft para mim, eu amo o Android" dizem alguns entusiastas do sistema do Google.