Os cinco sensores são associados a uma base única por meio de cabos, o que permite a adaptação do mouse para vários tamanhos de mãos. Uma das boas aplicações apontadas pelos desenvolvedores é a manipulação de imagens 3D nos computadores. Para entender melhor o funcionamento do novo mouse, assista ao vídeo abaixo:
Um mouse diferente, controlado pelas pontas dos 5 dedos. Entenda!
O mouse vem perdendo gradativo espaço para as telas tácteis e, exatamente por isso, um grupo de pesquisadores resolveu repensar o design do pequeno acessório. Como resultado surgiu o Amenbo, que é composto por 5 micro-mouses colocados debaixo das pontas de cada um dos dedos. Esses dispositivos captam os movimentos e a pressão, e permitem que o usuário manipule aplicações como se a sua mão estivesse dentro do computador.
Os cinco sensores são associados a uma base única por meio de cabos, o que permite a adaptação do mouse para vários tamanhos de mãos. Uma das boas aplicações apontadas pelos desenvolvedores é a manipulação de imagens 3D nos computadores. Para entender melhor o funcionamento do novo mouse, assista ao vídeo abaixo:
Os cinco sensores são associados a uma base única por meio de cabos, o que permite a adaptação do mouse para vários tamanhos de mãos. Uma das boas aplicações apontadas pelos desenvolvedores é a manipulação de imagens 3D nos computadores. Para entender melhor o funcionamento do novo mouse, assista ao vídeo abaixo:
Contra-ataque do Facebook ao G+: grandes veículos de comunicação como aliados
Mark Zuckerberg tem um grande desafio nas mãos: diminuir o ritmo de crescimento do Google+ e implementar ainda mais funções no seu Facebook, para que usuários não migrem de uma rede para a outra. De acordo com o blog Mixed Media, da Forbes, uma das estratégias pensadas pelo jovem americano para garantir forças foi convidar grandes redes de notícias dos EUA a fornecer conteúdo para a rede. Eles estão chamando a parceria de "Facebook Editions", e são, na verdade, apps que trazem o conteúdo publicado em veículos como CNN, Washington Post e The Daily para dentro da rede social. As primeiras "Facebook Editions" devem ser lançadas até o final do ano.
Ainda não se sabe o que diferenciará este serviço do "Google Notícias", mas o mesmo blog afirma que o Google está pensando em maneiras de repaginar esta área. De acordo com a publicação, um executivo de uma grande empresa de comunicação foi convidado para uma reunião em Mountain View, mas ele não enxergou a proposta do Google com bons olhos. "Entendemos que o Google quer criar um grande e poderoso portal de notícias que competirá conosco", afirmou essa fonte
Ainda não se sabe o que diferenciará este serviço do "Google Notícias", mas o mesmo blog afirma que o Google está pensando em maneiras de repaginar esta área. De acordo com a publicação, um executivo de uma grande empresa de comunicação foi convidado para uma reunião em Mountain View, mas ele não enxergou a proposta do Google com bons olhos. "Entendemos que o Google quer criar um grande e poderoso portal de notícias que competirá conosco", afirmou essa fonte
Mais uma: além de MySpace e Stipple, Justin Timberlake também investe na Dekko
Justin Timberlake parece estar gostando do mundo dos negócios web. Primeiro ele escolheu a Stipple, em novembro de 2010. Em seguida, foi a vez de apostar seu dinheiro na compra doMySpace, na semana passada. Agora, uma fonte do Business Insider afirma que ele está por trás de outra startup chamadaDekko.
A nova empresa de Justin foi criada em maio, e tem o objetivo de misturar realidade aumentada com objetos de verdade. As funcionalidades para o público devem ser lançadas no segundo semestre, e informações dão conta de que a Dekko está construindo uma plataforma que combina diversas tecnologias para modificar a forma que enxergamos o mundo. No site da empresa, é possível ler uma mensagem afirmando que "textos, ícones ou mapas são coisas do passado. Nós iremos ver e interagir com elementos de universos paralelos, andando entre nós".
Quando perguntado pelo Business Insider, o co-fundador da empresa, Matt Miesnieks, não confirmou, mas também não negou a participação de Timberlake na empresa.
A nova empresa de Justin foi criada em maio, e tem o objetivo de misturar realidade aumentada com objetos de verdade. As funcionalidades para o público devem ser lançadas no segundo semestre, e informações dão conta de que a Dekko está construindo uma plataforma que combina diversas tecnologias para modificar a forma que enxergamos o mundo. No site da empresa, é possível ler uma mensagem afirmando que "textos, ícones ou mapas são coisas do passado. Nós iremos ver e interagir com elementos de universos paralelos, andando entre nós".
Quando perguntado pelo Business Insider, o co-fundador da empresa, Matt Miesnieks, não confirmou, mas também não negou a participação de Timberlake na empresa.
Grande maioria dos usuários do Google+ é homem
O Google+, em duas semanas de existência,atraiu 10 milhões de usuários. Destes, mais de três quartos são homens, segundo números daSocialStatistics e doFindPeopleOnPlus.
As empresas de estatísticas, ao analisarem as informações dos usuários da rede social, encontraram números diferentes, mas com grande presença do público masculino. Para o SocialStatistics, 86,8% dos usuários são homens, enquanto o FindPeopleOnPlus encontrou 73,7% cadastros masculinos na rede.
O FindPeoplePlus também descobriu que 95% dos usuários que dizem estar "procurando pelo amor" no site são homens.
Além disso, 60% dos usuários da rede se identificam como desenvolvedores web ou engenheiros de software, criando a imagem de que os usuários do Google+ são nerds entendidos de tecnologia que não se importam em perder tempo desenvolvendo círculo de amigos.
Enquanto isso, o Facebook está próximo de 50% para cada um dos gêneros em sua base de usuários. E, além disso, os usuários mais empolgados na rede são do sexo feminino.
As empresas de estatísticas, ao analisarem as informações dos usuários da rede social, encontraram números diferentes, mas com grande presença do público masculino. Para o SocialStatistics, 86,8% dos usuários são homens, enquanto o FindPeopleOnPlus encontrou 73,7% cadastros masculinos na rede.
O FindPeoplePlus também descobriu que 95% dos usuários que dizem estar "procurando pelo amor" no site são homens.
Além disso, 60% dos usuários da rede se identificam como desenvolvedores web ou engenheiros de software, criando a imagem de que os usuários do Google+ são nerds entendidos de tecnologia que não se importam em perder tempo desenvolvendo círculo de amigos.
Enquanto isso, o Facebook está próximo de 50% para cada um dos gêneros em sua base de usuários. E, além disso, os usuários mais empolgados na rede são do sexo feminino.
O Brasil conseguiria reescrever sua Constituição com a ajuda das redes sociais?
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Recentemente, um caso de sucesso de democracia na era digital chamou atenção do mundo inteiro. A Islândia, um pequeno país nórdico com 320 mil habitantes, resolveu reescrever sua Constituição colaborativamente, e com a ajuda do Facebook. Por meio da rede social, a população pôde sugerir cláusulas para o documento e acompanhar de perto o andamento da Carta. Além disso, o governo usou outras redes para ajudar na comunicação e transparência como o Twitter e YouTube, que abrigava entrevistas com autoridades e transmitia ao vivo as reuniões do Conselho Constitucional.
Segundo Henrique Antoun, pesquisador do futuro da democracia na cibercultura e professor de transformação política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o fato da Islândia ser um país pequeno e ter um alto índice de riqueza e integração em redes sociais é um facilitador. Mas, mesmo países grandes e menos desenvolvidos, como o Brasil, também conseguiriam realizar grandes ações políticas através da internet. "Já conseguimos boas coisas como uma petição online de 163 mil assinaturas contra o Projeto de Lei sobre controle da internet no Brasil [do deputado federal Eduardo Azeredo]", lembra.
De acordo com o pesquisador, o Rio Grande do Sul, por exemplo, já usa a rede há anos com um mecanismo de democracia participativa. O chamado Orçamento Participativo permite que os cidadãos dêem opiniões e obtenham informações sobre os orçamentos públicos pela web. "A internet substitui a necessidade da representação. Com ela, cada um pode opinar diretamente sem depender de um representante político", diz.
Antoun acredita que, se a Constituição do Brasil fosse reescrita com a ajuda das redes sociais, sairiam coisas bastante positivas das sugestões do povo. E, com isso, cada vez mais a representação política seria colocada em cheque. "Isso não significa que os mediadores vão desaparecer. O papel deles deverá mudar, pois eles não poderão mais falar por todo mundo", conclui. O uso da internet a favor de movimentos políticos, como este proposto pela Islândia, segundo o professor, pode ser o possível remédio contra a corrupção do país.
Na Islândia, a criação da nova Constituição, que vai substituir a atual de 1944, teve os seus trabalhos iniciados a partir de um Fórum Nacional em que 950 islandeses discutiram as leis básicas. Então, gerou-se um relatório que foi analisado pelo Conselho Constitucional Islandês que, por sua vez, usou as redes sociais para divulgar o projeto e receber sugestões do povo. O resultado dessa colaboração civil foi entregue em 29 de julho para votação no Parlamento.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, a primeira-ministra islandesa, Jóhanna Sigudrardóttir, afirmou que a experiência trouxe aumento da "consciência a respeito dos assuntos constitucionais" e que "o debate sobre essas temas fundamentais nunca esteve tão vivo". De acordo com o jornal, a troca do sistema semipresidencial (em que presidente e primeiro-ministro dividem o poder) por um modelo parlamentar foi um dos assuntos discutidos na rede.
Para conhecer mais a respeito da Constituição da Islândia:
https://www.facebook.com/Stjornlagarad
http://www.youtube.com/user/Stjornlagarad
http://twitter.com/#!/stjornlagarad
http://www.stjornlagarad.is/
http://www.flickr.com/photos/61516283@N05
Lojas da Apple aumentam vendas em 80% em um ano

De acordo com o USA Today, a Apple é a empresa que mais cresceu no varejo nos três primeiros meses de 2011, passando lojas como Amazon e Walmart.
As vendas em lojas da Apple cresceram 80% em relação ao mesmo período do ano passado e atingiram US$ 4,6 bilhões.
Parte do desempenho deve-se ao aumento na venda de iPhones, que subiu 113% em relação ao ano passado. Além disso, os números de 2010 não contam com as vendas do iPad - o primeiro modelo foi lançado apenas em abril do ano passado.
Oracle pede que CEO do Google deponha sobre quebra de patentes Java
Os boatos de que a Oracle estaria empenhada em cobrar pelo uso da tecnologia Java – que a empresa incorporou com a aquisição da Sun, em 2010 – no sistema operacional Android se confirmaram. A companhia entrou com uma ação na justiça na qual pede explicações do CEO do Google, Larry Page, sobre a quebra de patentes tecnológicas.
No documento enviado à justiça, a Oracle solicita a permissão para pedir que o CEO deponha no caso. A justificativa seria que Page participou de negociações entre Sun e Google sobre uso das licenças Java para o Android e, inclusive chegou a conversar com o CEO da Oracle, Larry Ellison, sobre o assunto.
De acordo com notícia divulgada pela Reuters, o Google encaminhou também um documento à justiça no qual afirma que o pedido da Oracle é uma forma de ‘assédio’, uma vez que a companhia poderia obter as mesmas informações por outros meios e, não necessariamente, com um depoimento de seu CEO. Por isso, ela pede que a empresa seja proibida de ouvir Larry Page.
Na semana passada, a Cnet divulgou uma notícia afirmando que a Oracle estaria disposta a pedir para que os fabricantes de equipamentos com Android pagassem de US$ 15 a US$ 20 por unidade produzida, por conta do uso de licenças Java.
No documento enviado à justiça, a Oracle solicita a permissão para pedir que o CEO deponha no caso. A justificativa seria que Page participou de negociações entre Sun e Google sobre uso das licenças Java para o Android e, inclusive chegou a conversar com o CEO da Oracle, Larry Ellison, sobre o assunto.
De acordo com notícia divulgada pela Reuters, o Google encaminhou também um documento à justiça no qual afirma que o pedido da Oracle é uma forma de ‘assédio’, uma vez que a companhia poderia obter as mesmas informações por outros meios e, não necessariamente, com um depoimento de seu CEO. Por isso, ela pede que a empresa seja proibida de ouvir Larry Page.
Na semana passada, a Cnet divulgou uma notícia afirmando que a Oracle estaria disposta a pedir para que os fabricantes de equipamentos com Android pagassem de US$ 15 a US$ 20 por unidade produzida, por conta do uso de licenças Java.
ndice de reajuste da telefonia fixa pode ficar menor a partir de 2012
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O fator X foi uma fórmula criada pela Anatel para compartilhar parte dos lucros das concessionárias de telefonia fixa com a população. Assim, quanto maior o lucro das operadoras, menor o reajuste que elas podem aplicar. A Agência calcula que, graças a essa regra, os consumidores deixaram de pagar R$ 12,5 bilhões, entre 2006 e 2010.
Na prática, a Agência está sugerindo que o fator X dobre. Só para efeito de comparação, nos últimos anos, ele ficou em 4%, em média. Outra mudança é que o valor seja calculado para cada uma das operadoras, de acordo com seus resultados individuais. Até então, um índice único era aplicado a todos.
A proposta de mudanças ficará em consulta pública por 30 dias para que a população em geral possa emitir opinião sobre o assunto. Além disso, a Anatel vai promover uma audiência pública, em Brasília, para debater a mudança.
Do lado das operadoras, as empresas serão compensadas pelas ofertas de serviços com tarifas diferenciadas. Assim, quanto mais assinantes de baixa renda, maior será o reajuste anual a que a concessionária de telefonia fixa tem direito.
Caso as mudanças sejam aprovadas, a Anatel vai divulgar o fator X que valerá para cada concessionária de telefonia fixa, pelos três anos subsequentes.
Bracelete permite acompanhamento da saúde do usuário
| reprodução |
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O bracelete traça alguns dados como padrões e movimentos durante o sono, atividades diárias e hábitos de alimentação. Um aplicativo no celular do usuário é usado em conjunto com o Up. Ele armazena dados, analisa-os e mostra, na tela, qualquer anormalidade.
"A ideia, aqui, é usar nosso entendimento sobre construção de um hardware que é pequeno, móvel, fashion, bem desenhado e que dará ao usuário uma boa experiência, trazendo saúde e bem estar", disse o CEO da empresa, Hosain Rahman, ao New York Times.
Rahman também disse que se inspirou na própria vida para criar o bracelete, já que seus próprios hábitos se deterioraram nos últimos anos e espera que, se as pessoas tiverem acesso a informações de como elas dormem, comem e se exercitam, tentarão levar uma vida mais saudável: "Nós queremos que o produto esteja acessível a qualquer um que se interessar em viver melhor", completou
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