IDC prevê que Windows Phone vai ultrapassar sistema da Apple, até 2015

Se muitos analistas ainda questionam os resultados efetivos da parceria entre Microsoft e Nokia, a consultoria IDC projeta que essa aliança permitirá que o sistema operacional Windows Phone torne-se o segundo mais usado em smartphones, até 2015, superando o iOS, da Apple.

Um relatório que acaba de ser divulgado pela IDC prevê que, nos próximos quatro anos, o Windows Phone vai saltar de uma participação de 3,8% de mercado para 20,3%. Com isso, só ficará atrás do Android, do Google, o qual concentrará 43,8% das vendas totais de smartphones, em 2015.

Para justificar esse salto, o levantamento aponta que, quando a Nokia incorporar a plataforma da Microsoft a seus equipamentos, vai garantir o impulso necessário ao Windows Phone, principalmente nas regiões em que a fabricante finlandesa tem hoje uma liderança forte de mercado. Além disso, a consultoria prevê que haja uma migração natural de parte dos usuários do Symbian para o sistema da Microsoft.

A grande virada, prevê a IDC, começará a ocorrer a partir de 2012, quando são esperados os primeiros smartphones da Nokia com o Windows Phone.

A pesquisa aponta também que o Android deve manter uma liderança crescente de mercado, nos próximos quatro anos. Enquanto que o iOS, usado nos dispositivos móveis da Apple, vai cair de uma participação de 18,2%, em 2011, para 16,9%.

O estudo prevê que, em 2011, o mercado mundial de smartphones deve acompanhar um salto de 55% no volume de unidades vendidas, com 472 milhões de equipamentos comercializados – contra 305 milhões no último ano. E, até o final de 2015, o setor deve dobrar de tamanho, com 982 milhões de equipamentos.

Vendas mundiais de smartphones (por sistema operacional)


75% das grandes empresas no Brasil já usam cloud computing, aponta estudo

cloud computing
Tatiana Americano

Nos últimos dois anos, houve um crescimento no número de empresas de grande porte no Brasil que aderiram ao modelo de cloud computing (computação em nuvem). Pelo menos, essa é a constatação de uma recente pesquisa realizada pela Kelton Research, a pedido da Avanade, prestadora de serviços de tecnologia criada em parceria pela Accenture e Microsoft.

Entre as grandes empresas brasileiras consultadas pelo estudo – que ouviu 573 altos executivos de 18 países –, 75% delas disseram que já utilizam algum tipo de serviço em cloud computing. “O número fica acima da média mundial, de 74%”, destaca Hamilton Berteli, diretor de tecnologia da Avanade no País. “E se compararmos ao mesmo estudo realizado há dois anos, houve um aumento de 25%”, acrescenta.

Quanto aos motivos que têm impulsionado os projetos de cloud computing no País, o executivo cita que, em primeiro lugar, aparece a questão da flexibilidade, seguida pela facilidade de colaboração, eficiência e a simplificação dos ambientes de TI. A redução de custos, por outro lado, aparece em sexto lugar na lista de questões que levam as empresas a contratar o modelo.

Já em relação às barreiras à adoção dos serviços em nuvem, o levantamento aponta que a principal delas é a segurança. “Uma em cada três implementações de cloud computing volta atrás, na maioria dos casos, por essa questão [de segurança]”, destaca Bertelli.

Outro problema detectado no levantamento é a adoção desordenada dos serviços. Como reflexo, 20% dos executivos que responderam ao estudo admitiram que já contrataram soluções em cloud computing sem informar a área de TI. O que pode aumentar os riscos a que as empresas estão expostas nesse tipo de ambiente, na visão do diretor da Avanade.

Por fim, o estudo aponta que entre as empresas que já aderiram ao cloud computing, 69% delas utilizam o e-mail na nuvem. A segunda ferramenta mais usada, por 50% dos entrevistados, são os processadores de texto e apresentação; seguidos pelo CRM (sistema de gestão do relacionamento com clientes), em 44% dos casos.

CEO da Nokia: rumores de que estamos à venda não têm fundamento

Stephen Elop
Durante um evento de mobilidade realizado nesta quinta-feira (9/6), nos Estados Unidos, o CEO da Nokia, Stephen Elop, comentou os boatos recentes de que Microsoft eSamsung estariam interessadas em comprar a fabricante. “Todos esses rumores não têm fundamento”, afirmou Elop, de acordo com notícia da Cnet. Ele garantiu ainda que sua empresa não está à venda.

Se os rumores não são verdadeiros, por outro lado, eles trazem à tona os problemas vivenciados pela Nokia. Desde o início deste ano, a empresa tem buscado um reposicionamento de mercado, com o intuito de reverter a perda de participação e de prestígio no setor de telefonia móvel.

Uma das estratégias já implementadas pela companhia foi o acordo com a Microsoft, em fevereiro, pelo qual vai incorporar o sistema operacional Windows Phone em seus smartphones, como forma de competir com a forte concorrência dos equipamentos com o iOS, da Apple, e Android, do Google.

“Fundamentalmente, a nossa avaliação da indústria tem mudado”, analisou Elop. “Temos passado de uma batalha entre dispositivos para uma guerra entre ecossistemas”, acrescentou.

Mesmo consciente da necessidade de agir rápido, a Nokia só deve lançar o primeiro smartphone com a plataforma da Microsoft depois que a próxima versão do sistema operacional Windows Phone, chamada de Mango, chegar ao mercado. O que só deve acontecer no final deste ano.

Em resposta a esse atraso da fabricante em ter um smartphone realmente competitivo no mercado, Elop disse que a equipe de pesquisas da Nokia está trabalhando duro para acelerar o processo.

O especialista em investimentos Richard Windsor, da Nomura Securities, se mostrou pessimista em relação ao futuro da Nokia. Para ele, um modelo intermediário de smartphone da companhia com o Windows Phone não deve ser lançado em menos de um ano.

“Nós ainda estamos muito cautelosos sobre as projeções da Nokia para o próximo ano... Elas podem ser ainda piores antes de melhorar”, informou Windsor à Cnet. Ele considera válido o objetivo da companhia de criar um terceiro ecossistema – para disputar espaço com o iOS e o Android –, a partir do Windows Phone. Mas, por outro lado, ele acredita que o mercado só terá espaço para duas grandes plataformas.

Dell: como a empresa transformou-se em caso de sucesso no uso das redes sociais

Com a disseminação do uso de ambientes como Facebook, Twitter, Orkut e LinkedIn, as empresas acordaram para o fato de que as redes sociais podem ser, também, um novo canal para aumentar os resultados de negócio e divulgar produtos e a própria marca. No entanto, apenas 12% das companhias conseguemobter benefícios reais com esses novos ambientes, de acordo com uma recente pesquisa divulgada pela Harvard Business Review.

Entre os casos mais famosos de sucesso nas redes sociais está o da fabricante de computadores norte-americana Dell. Em 2009, a empresa ganhou US$ 3 milhões com a venda de equipamentos pelo Twitter e, assim, transformou-se em um exemplo a ser seguido pelas companhias que pretendem expandir suas ações de marketing e vendas para esses novos ambientes virtuais.

Em seu blog na versão eletrônica da revista norte-americana Business Insider, o especialista em mídias sociais Mark Feldman elenca quatro motivos que transformaram a Dell na empresa mais bem-sucedida da atualidade em ações nas redes sociais.

Motivo 1 – Uso das redes sociais como fonte de informações estratégicas
Nos últimos cinco anos, a Dell tem monitorado absolutamente tudo o que é falado sobre ela nas redes sociais. E a iniciativa partiu do próprio fundador e presidente da companhia, Michael Dell.

Atualmente, a Dell usa a análise dos sentimentos expressados nas redes sociais para identificar problemas com sua marca e seu produtos e para, de forma proativa, resolver os problemas de seus clientes. Além disso, eles monitoram as tendências de consumo para usar essas informações na área de pesquisa e desenvolvimento; e ficam informados sobre os concorrentes e suas atividades pelo Twitter, Facebook, LinkedIn etc.

Todas as informações obtidas nas redes sociais ficam visíveis graças a um centro de comando (na foto abaixo) criado pela companhia.

Com isso, a empresa tem conseguido melhorar sua imagem entre os usuários, aumentar a lealdade, reduzir o tempo para resolução dos problemas e tornar-se mais competitiva.



Motivo 2 – Criação de uma universidade para capacitar profissionais
Hoje, a fabricante tem 10 mil funcionários treinados como profissionais em redes sociais, a partir de uma universidade corporativa criada pela própria Dell. E o objetivo da empresa é que toda sua equipe, com mais de 100 mil pessoas ao redor do mundo, seja capacitada a atuar nesses ambientes.

A responsável pela ouvidoria da Dell, Susan Beebe, explica: “Nós temos especialistas sociais da Dell em todo o mundo para ajudar nossos clientes.”

Motivo 3 – Transformar clientes em defensores
No último ano, mesmo com todos os esforços para capacitar a equipe a lidar com as redes sociais, alguns executivos da Dell perceberam que os clientes não estavam, necessariamente, engajados com a companhia. Por conta disso, foi criada uma equipe para mudar essa percepção.

Com cerca de 600 mil fãs em sua página de produtos de consumo no Facebook, a Dell estava muito melhor posicionada do que suas concorrentes, mas não queria apenas que as pessoas gostassem da marca e de seus produtos, mas se transformassem em verdadeiros defensores deles. A estratégia para isso começou com um agradecimento público a todos os clientes por comprar itens da fabricante. Em seguida, a equipe identificou pessoas influentes na indústria e nas redes sociais, passando a trabalhar mais de perto com elas.

O time da Dell atua diretamente com os evangelistas e influenciadores das redes sociais, passando a eles informações e produtos em primeira mão. Com isso, transforma essas pessoas em defensores da fabricante.

Motivo 4 – Os executivos da Dell estão nas redes sociais
Qualquer especialista em negócios nas redes sociais sabe que o sucesso das ações depende do apoio dos executivos da empresa. Mas, no caso da Dell, isso vai além de um simples suporte, os principais responsáveis pela fabricante - incluindo Michael Dell - participam, ativamente, desses ambientes.

Ter executivos falando nas redes sociais aumenta a transparência do ponto de vista dos usuários e clientes e, por conseqüência, faz com que a confiança das pessoas em relação a uma determinada marca aumente. Além disso, essa situação estimula todas as pessoas da organização a participar mais ativamente nesses sites.

Por fim, quanto mais os executivos ganham presença nas redes sociais, mais influentes eles se tornam e um número crescente de pessoas quer aprender e segui-los.

IDC reduz previsão das vendas de PCs em 2011

Computador
Nesta segunda-feira, 6/6, a consultoria IDC divulgou um relatório no qual reduz as projeções das vendas mundiais de PCs em 2011. Os novos números indicam que, neste ano, o setor deverá crescer 4,2%, contra uma previsão inicial – divulgada em fevereiro – de 7,1%.

A pesquisa projeta que, ao longo de todo o ano, serão comercializados 361,6 milhões de computadores, sendo que os equipamentos móveis representarão 214,6 milhões de unidades, contra 147 milhões de desktops.

A redução nas perspectivas das vendas de computadores em geral deve-se a uma combinação de fatores: uma retração nas vendas do primeiro trimestre, um cenário econômico mais conservador, uma relativa saturação da demanda nos países desenvolvidos e a competição de outros produtos.

No primeiro trimestre de 2011, as vendas de PCs tiveram uma queda de 1,1% em relação ao ano anterior, principalmente, graças a uma redução de 4,4% na demanda por parte dos usuários finais. Em contrapartida, as vendas de computadores para empresas cresceram 3% no período.

A IDC prevê que exista uma recuperação no volume de unidades de computadores vendidos nos próximos meses de 2011. Novos equipamentos, chips, sistemas operacionais, funcionalidades e serviços – somados a uma queda no preço dos produtos – deverão contribuir com esse aumento dos números do setor.

 “O mercado de PCs tem, definitivamente, crescido em ritmo lento”, pontua o vice-presidente da divisão mundial de equipamentos de consumo da IDC, Loren Loverde. “Apesar disso, os direcionadores de crescimento em longo prazo – a demanda em mercados emergentes, a queda de preços e o aumento das funcionalidades – continuam intactos, e os produtos e as inovações de design que estão em curso manterão o incremento das vendas de PCs em um patamar saudável”, acrescenta.

Nokia declara guerra contra Google e Apple

Stephen Elop
Em entrevista no evento D9: All Things Digital – promovido nesta semana, nos Estados Unidos –, o CEO da Nokia, Stephen Elop, disse que sua empresa está empenhada em travar uma “guerra de plataformas” com Apple e Google. A arma para isso, segundo ele, vai ser o uso do sistema Windows Phone 7 em seus smartphones.

Elop ressaltou que o trabalho conjunto entre Nokia e Microsoft vai reduzir custos e aumentar a margem de lucro dos equipamentos. Além disso, o acordo deve tornar os equipamentos mais atrativos para os consumidores, o que tende a impactar no aumento das vendas.

A entrevista do executivo ocorreu apenas um dia depois da Nokia anunciar que não deve ter lucro na sua principal unidade de negócios, de celulares, neste trimestre. Após a queda no valor das ações da companhia, provocado pelo anúncio, Elop disse que os acionistas vão retomar a confiança na fabricante quando forem lançados os primeiros equipamentos com Windows, o que deve ocorrer até o final de 2011.

O CEO da Nokia também negou os rumores de que a Microsoft estaria interessada em comprar a divisão de telefones móveis da companhia. Um blogueiro russo chegou a divulgar em seu Twitter, na última quarta-feira (1/6), a informação de que o acordo para aquisição envolveria US$ 19 bilhões.

Também durante a entrevista, Elop explicou o motivo que levou a Nokia a optar pelo sistema operacional da Microsoft no lugar do Symbian. Segundo ele, isso ocorreu por conta de a empresa detectar que, com a sua plataforma, não tinha mais a agilidade necessária para inovar.

Quanto à possibilidade de ter escolhido o Android, do Google, ele disse que a Nokia sentiu que não teria influência sobre as definições do software. “Nós sentimos que com o Windows Phone existe mais oportunidade para nos diferenciarmos em longo prazo”, pontuou.

Por fim, Elop disse que a Nokia deveria entrar no crescente mercado de tablets. No entanto, ele não detalhou planos específicos ou as perspectivas de lançamento de um equipamento. Ele ressaltou que existe um desafio para que seus profissionais desenvolvam um produto exclusivo da companhia. “E eu não quero ser o 201º tablet”, concluiu.

Nove segredos para ser um profissional bem-sucedido

Qual o segredo dos profissionais bem-sucedidos? Mudar algumas atitudes, de acordo com a psicóloga e autora de um livro sobre esse tema – o ‘Suceed: How We Can Reach Our Goals’, ainda sem versão em português –, Heidi Grant. Segundo ela, após décadas de pesquisas sobre os motivos que levam algumas pessoas a terem sucesso em determinadas áreas, ficou comprovado que o diferencial delas está muito ligado ao que elas fazem e não, necessariamente, a suas habilidades natas.

Em um artigo publicado na Harvard Business Review, Heidi cita nove atitudes que são comuns a profissionais bem-sucedidos e que podem servir de exemplo para quem quer alcançar seus objetivos:

1.      Seja específico – Quando as pessoas definem um objetivo, elas devem ser o mais específicas possíveis. Como exemplo, a especialista cita que é melhor decidir perder 'cinco quilos' do que 'alguns quilos'. Segundo ela, isso ajuda a deixar mais claro o objetivo a ser seguido e estimula o indivíduo a ficar motivado para atingir a meta.

“Também pense sobre ações específicas que precisam ser tomadas para alcançar seus objetivos. Só prometer que vai comer menos ou dormir mais é muito vago, seja mais preciso”, pontua Heidi, dizendo que é melhor definir que vai “estar na cama às 10 horas da noite durante a semana”, por exemplo.

2.      Defina o momento para agir – As pessoas têm hoje cada vez menos tempo, assim, não é surpreendente que elas deixem a rotina fazê-las perder oportunidades de agir para alcançar os objetivos estabelecidos. Assim, a psicóloga aponta que é importante definir um momento específico para buscar suas metas.

A sugestão é que os indivíduos, mais uma vez, sejam bem específicos. Por exemplo, ao estabelecer que usarão 30 minutos antes do trabalho para fazer ligações necessárias ou para aprimorar o inglês. “Estudos mostram que esse tipo de planejamento ajuda o cérebro a detectar a oportunidade quando ela aparece, aumentando as chances de sucesso em 300%”.

3.      Saiba exatamente onde quer chegar – atingir qualquer objetivo também requer um monitoramento rigoroso do progresso. Se a pessoa não percebe que ela não está indo bem, pode tentar ajustar suas estratégias. O ideal é checar isso de forma semanal ou até diária, dependendo da meta.

4.      Seja um otimista realista – Quando alguém estabelece um objetivo é importante ter a confiança de que vai ser bem-sucedido. Isso ajuda a manter o indivíduo motivado. Mas as pessoas também não podem deixar que isso faça com que subestimem as dificuldades ao longo do caminho.
 
“A maioria das metas requer tempo, planejamento, esforço e persistência”, pontua Heidi. Ela cita que estudos comprovam que o pensamento de que as coisas serão fáceis e exigirão pouco esforço deixa os indivíduos pouco preparados para o que eles vão enfrentar na realidade e aumenta as chances de fracasso.

5.      Foque em fazer melhor, em vez de pensar apenas naquilo que é bom – “Muitos de nós acreditam que nossa inteligência, personalidade e atitudes são estáticas – não importa o que façamos, não vamos melhorá-las”, afirma a especialista. Como resultado, ela diz que focamos em objetivos que conseguimos alcançar com nosso perfil atual, em vez de tentar buscar os conhecimentos e as habilidades necessárias.

Ainda segundo Heiti, décadas de pesquisas comprovam que as habilidades humanas são profundamente maleáveis. Assim, acreditar que você pode mudar para atingir um objetivo específico é o melhor caminho. “Pessoas que chegam lá são aquelas que ficaram melhores, em vez de serem boas”, relata.

6.      Seja decidido – Essa é a única forma de não sucumbir frente às dificuldades, aconselha a psicóloga. Mais uma vez, ela cita que pesquisas comprovam que pessoas determinadas conseguem maior nível de escolaridade e melhores resultados ao longo da vida.

A boa notícia, segundo Heiti, é que as pessoas que hoje não são muito determinadas têm como reverter esse cenário. Em especial, se elas tiverem em mãos um bom planejamento de seus objetivos e como querem alcançá-los. Isso serve para dar segurança de que o caminho está correto e, por conseqüência, fazer as pessoas se sentirem mais decididas.

7.      Exercite sua força de vontade – A psicóloga diz que a força de vontade deveria ser tratada como qualquer músculo do corpo humano, ou seja, ela precisa de exercícios regulares para fortalecê-la.

“Para exercitar a força de vontade, assuma um desafio que exija fazer algo que, honestamente, não sabe”, aconselha. “Comece com um desafio e planeje como você vai lidar com os problemas quando eles acontecerem. Vai ser difícil no começo, mas depois ficará mais fácil”, complementa.

8.      Não abuse da sorte – Não importa o quão forte for sua força de vontade, é importante sempre respeitar o fato de que existe um limite, aconselha Heiti. Ela sugere que, para isso, as pessoas não assumam muitos desafios importantes ao mesmo tempo e evitem entrar em situações impossíveis. “Pessoas de sucesso sabem que não precisam tornar um objetivo mais difícil do que ele realmente é”, afirma.

9.      Foque no que você vai fazer – Evite ficar concentrado no que você não pode fazer e se foque no que precisa realizar para atingir um determinado objetivo. “Troque os hábitos ruins pelos bons, em vez de se concentrar apenas nos problemas”, aconselha Heiti. Um exemplo dessa situação, segundo a especialista, é quando a pessoa se sente nervosa por uma determinada situação e, em vez de ficar remoendo o acontecimento, ela se foca em buscar a calma, por meio de uma respiração mais profunda e exercícios de relaxamento.

Ferramenta reduz em 75% o tempo para planejamento

White Paper
No atual momento econômico, marcado por rápidas transformações, os profissionais precisam estar preparados para responder a três questões básicas em qualquer iniciativa dentro das empresas, para não perder tempo e dinheiro: Como estamos fazendo? Estamos, ou não, no rumo certo? O que podemos fazer para resolver os gargalos de performance rapidamente?
 
Para responder a essas questões, as empresas precisam usar ferramentas voltadas a planejar, prever e criar relatórios de maneira eficaz. Entre as alternativas disponíveis hoje no mercado está o IBM Cognos TM1, uma plataforma que fornece todos esses recursos e garante, entre outros benefícios, uma redução de 75% no tempo para planejamento, assim como permite gerar em minutos de relatórios complexos que, normalmente, demorariam dias.
 
Clique aqui para acessar um documento completo sobre o IBM Cognos TM1

Cognos Express: solução de análise sob medida para médias empresas

White Paper
O custo e a complexidade de implementação, muitas vezes, representam uma barreira para a adoção de ferramentas de business analytics (análise de negócios) entre as empresas de médio porte. Pensando nisso, a IBM desenvolveu a Cognos Express. Trata-se da primeira solução que integra inteligência de negócios e planejamento de produtos desenhada, especialmente, para médias companhias.

Na prática, a solução oferece os mesmos recursos de um sistema de análise de negócios sofisticado, mas é fácil de instalar e usar, pelo fato de ser pré-configurada.

Outro diferencial da ferramenta está no fato de que ela é dividida em módulos, o que permite escalar a solução de acordo com a necessidade do negócio.

Clique aqui para assistir a um vídeo explicativo sobre o Cognos Express

BI e Business Analytics ajudam 55% das empresas a reduzir custos, aponta IDC

White Paper
O uso de ferramentas para análise de dados – como Business Intelligente e Business Analytics – traz resultados diretos para o negócio. De acordo com uma pesquisa da IDC, para as empresas que adotaram esse tipo de solução, a maioria delas conseguiu obter benefícios reais, como redução de custos (citado por 55% delas), melhoria nos processos (42%) e aumento da retenção de clientes (35%), entre outros. Isso acontece pelo fato de que esse tipo de tecnologia permite explorar adequadamente o conjunto de informações que passam pelas corporações, permitindo agrupar e detectar comportamentos ou tendências de consumo, o que impacta em estratégias mais adequadas.
 
Diante dos benefícios de BI e dos requisitos de manipulação de grandes massas de dados, as empresas enfrentam desafios que podem impactar nos investimentos em infraestrutura de TI e nos processos de negócio descritos e executados pelas aplicações. Um dos principais desafios na implementação de soluções para análise de dados, no entanto, reside no gerenciamento e no uso racional da infraestrutura de tecnologia pré-existente e futura. Dessa forma, tanto a virtualização de servidores e de storage, como a eliminação de dados redundantes utilizando desduplicação de dados são práticas altamente recomendadas e já praticadas atualmente.

Para ler o material completo sobre esse assunto, clique aqui.

Compras coletivas: como funcionam os principais sites que oferecem o negócio

A febre não para! Os sites de compras coletivas conquistaram mesmo o público brasileiro. Este modelo de negócio já tem quase 20 milhões de usuários por aqui. O lucro, claro, se torna mera consequência. Só no primeiro ano de funcionamento, o setor abocanhou mais de um bilhão e meio de reais. Sucesso inquestionável que coloca um sorriso gigante no rosto daqueles que investiram nesse segmento.  

"Foi um crescimento fenomenal. Eu nem esperava que o Brasil aceitasse tão bem este modelo de negócio", conta Florian Otto, CEO do Groupon.   

Marcelo Macedo, CEO do ClickOn, conta que eles começaram há um ano com dez pessoas, e hoje já conta com mais de 300 colaboradores na empresa. O CEO da Privalia, André Shinohara, tem uma história de sucesso parecida, "Em 2010 crescemos oito vezes mais do que em 2009 e no começo de 2011 já sentimos um crescimento ainda mais agressivo", comenta.

Esses centros de compras online oferecem descontos exclusivos em restaurantes, clínicas, cinemas, teatros, roupas, acessórios... e tudo mais! As promoções vão de 50 a 99%. Na maioria dos casos funciona assim: o cliente adquire um cupom virtual que vai garantir o desconto no serviço posteriormente. Basta imprimir ou levar o código da compra. A ideia surgiu nos Estados Unidos, com uma empresa na cidade de Chicago e, rapidamente, se espalhou pelo mundo.  

"Ele vai até o estabelecimento utilizar o cupom ou, se for um código de oferta de outro site, ele usa este desconto", explica Marcelo. Algumas ofertas precisam atingir um número mínimo de compradores para começar a valer. Florian conta que para alguns parceiros é melhor ter um número mínimo de ofertas para que valha a pena fornecer o desconto.   

Em um modelo bastante similar, os clubes de compras oferecem mais produtos do que serviços. Neste aqui, eles vendem principalmente roupas para todos os gêneros e gostos. Toda a produção é feita pelo próprio site: desde as imagens para serem publicadas nas páginas da web, até toda a logística de entrega da compra. A loja nada tem a ver com o processo. E neste caso, não há nada para ser impresso. Depois de fechada a compra, o produto é entregue na porta da sua casa em até 30 dias.  


"A gente trabalha com produtos fora de estação ou produtos que estão sendo trocados. A gente faz uma negociação forte para oferecer bastante desconto pros clientes e, com isso, escoamos rapidamente o estoque dessas marcas", conta André.

A negociação com os estabelecimentos e marcas acontece em uma via de mão dupla. Ou seja, ao mesmo tempo em que uma equipe sai à caça de novos produtos e serviços para negociar e oferecer descontos, já tem muitas marcas e estabelecimentos que procuram esses sites para oferecer seus serviços e produtos a preços irresistíveis. A chave aqui é que os comerciantes ganham novos clientes sem precisar investir grandes quantias em publicidade ou propaganda.  

"A gente recebe cerca de mil propostas por dia de estabelecimentos que querem fazer negócios. Mas também temos uma equipe comercial que aborda alguns outros negócios", afirma Florian. Apesar desse “boom”, o modelo ainda é novo e há muito espaço para crescer, afinal existe uma parcela considerável de consumidores que ainda não foi alcançada ou que sequer conhece a novidade. "É preciso achar ofertas relevantes todo dia e o tempo todo para fomentar essa base e promover boas ofertas o tempo inteiro", concluiu André.

No final das contas, a idéia é que todo mundo saia ganhando: estabelecimento, o próprio site de compras e, claro, o consumidor. É provável que este modelo de comércio virtual esteja cada vez mais presente nas nossas vidas, afinal nós, brasileiros, estamos sempre dispostos a experimentar novos serviços.

Se você nunca fez uma compra nesses modelos, clique no link que acompanha esta matéria. Lá você encontra um guia com os cuidados que você deve tomar para não cair em uma roubada. Aproveite.