Pele artificial desenvolvida para robôs tornam máquinas sensíveis ao toque

A tecnologia robótica está cada vez mais desenvolvida, mas a sensibilidade tátil ainda é uma habilidade ausente nos andróides. Um grupo de cientistas da Universidade de Berkeley (EUA), no entanto, parece estar a caminho de resolver a questão.

De acordo com um trabalho publicado no site do periódico Nature Materials neste domingo, 12/09, os pesquisadores desenvolveram uma pele artificial, composta por milhares de semicondutores sensíveis, capaz de identificar diversos níveis de pressão, permitindo assim que os robôs segurem desde objetos frágeis, como um ovo, até outros mais pesados. 

A ideia é utilizar a técnica para ajudar pacientes com membros biônicos a restaurarem a sensibilidade. No entanto, os cientistas defendem que para isso ainda é preciso obter diversos avanços na integração dos sensores eletrônicos com o sistema nervoso. 

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