Com o comportamento de um humano de 2 anos de idade, Nao foi criado a partir da observação do comportamento de bebês humanos e chimpanzés e a ideia é que futuramente ele possa ser usado como companhia para crianças diabéticas hospitalizadas. Assim como os bebês, o robô tende a ficar mais apegado ao humano que cuida dele com mais frequência e interage com ele de maneira mais próxima ao seu tipo de personalidade. E quanto mais sentem o cuidado do humano responsável por ele, maior são as chances de aprendizado.
Patrocinado pela European Commission e coordenado pela Dra Cañamero, o protótipo faz parte do projeto FEELIX GROWING (Feel, Interact, Express), e de acordo com os envolvidos, essa é a primeira vez que o comportamento e o processo da formação de vínculos de primatas humanos e não humanos são usados para programar máquinas.
O objetivo é tornar esses robôs cada vez mais aptos a interpretarem e combinarem a comunicação verbal com a não verbal, para que futuramente eles se tornem mais adaptados ao perfil das crianças que eles ajudarão no tratamento.
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