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Os centros fazem parte de um investimento de US$ 100 milhões que a companhia anunciou para os próximos cinco anos nos ISTC, com o intuito de aumentar a pesquisa universitária e acelerar a inovação.
No caso específico de cloud computing, o objetivo é explorar as tecnologias que serão fundamentais no futuro desse setor, o que passa pela otimização das aplicações, uso mais eficiente e expansão da capacidade da nuvem para qualquer dispositivo e rede.
“No futuro, essas capacidades podem permitir a criação de um manipulador pessoal digital, por meio de um equipamento acoplado a um óculos, o qual constantemente baixa dados da nuvem e sussurra informações para você durante o dia – dizendo quem são as pessoas [que você está vendo], onde comprar um item que você viu ou como ajustar seus planos quando algo novo acontece”, exemplifica a Intel, no comunicado oficial sobre os novos centros de pesquisa.
Já no caso da computação embarcada, a Intel afirma que o centro tem como intuito estimular a colaboração para criar pesquisas voltadas a transformar as experiências dos usuários em casa, no carro e nas lojas.
Uma das áreas-chave de pesquisa será tornar mais fácil a forma como os dispositivos usados no dia-a-dia coletam, analisam e atuam com os dados obtidos tanto por sensores como em bases online. Como exemplo, a Intel cita que, no caso de automóveis, isso poderia ser usado para customizar informações para o usuário. Na prática, a partir do reconhecimento dos passageiros, o sistema poderia fornecer a cada um deles as melhores opções de rotas, compras, restaurantes e entretenimento.
Também nesta semana, a Intel investiu outros US$ 22 milhões em três fabricantes chinesas, a partir de seu braço de investimentos (Intel Capital). As beneficiadas foram a 6DXchance, uma loja virtual focada em moda e estilo de vida; a JoySee, que realiza pesquisa e desenvolvimento na área de smart TVs e set top boxes; e a BOCOM, que fornece tecnologias focadas em segurança digital e vigilância.

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